segunda-feira, 22 de março de 2010

Sistemas de reserva electrónica

http://www.booking.com
http://www.amadeus.net
http://www.galileo.com
http://www.sabre.com
http://www.worldspan.com
http://www.travelocity.com
HTTP://WWW.E-TRAVEL.COM
http://www.hotel-traveling.com/online/hotels/world/pt/index.htm
http://www.expedia.com
http://www.iberia.com
http://www.teleavion.com
http://www.travelocity.com
http://www.barcelo.com
http://www.iet.tourspain.es/
http://www.emagister.com/bcateg74.htm
http://revistaturismo.cidadeinternet.com.br/

e-tourism

http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-PT&sl=en&u=http://bournemouth.academia.edu/DimitriosBuhalis&prev=/search%3Fq%3DDimitrios%2BBuhalis%26hl%3Dpt-PT&rurl=translate.google.pt&usg=ALkJrhgmdgxH6pPiTb11Wbk9-CjWTYfAnA
http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-PT&sl=en&u=http://www.ua.pt/event/invtur2010/&prev=/search%3Fq%3DDimitrios%2BBuhalis%26hl%3Dpt-PT&rurl=translate.google.pt&usg=ALkJrhhmwAZ3Kb_dFiiCUpTHz0DJkpAFyA
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CAYQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.buhalis.com%2F&rct=j&q=Dimitrios+Buhalis&ei=5IGnS8yDNob80wSX-ODIAQ&usg=AFQjCNEJXN5IN_vdP1hG3NeDofxl1JTjLA

quarta-feira, 10 de março de 2010

Base de dados em hotéis

http://www.t-hotel.com.pt/H%F3spedeMist%E9rio/H%F3spedeMist%E9rioparaHot%E9is/Gest%E3oQualidade.aspx
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=7&ved=0CCAQFjAG&url=http%3A%2F%2Fwww.internship-uk.com%2Festagio-londres%2Fgestao_de_hoteis.asp&rct=j&q=Gest%C3%A3o+de+clientes%2C+hot%C3%A9is&ei=4zGYS-WXNMm04Qb6v9ncCg&usg=AFQjCNHw-r5wLWXvSg2kX7K2-f2awLO3dg&sig2=V1goSl57WMqQDV6AWzzJzg
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=9&ved=0CCcQFjAI&url=http%3A%2F%2Fwww.webhotelsolutions.com%2Fwebhotel-online-booking-system-o-seu-sistema-de-reservas.html&rct=j&q=Gest%C3%A3o+de+clientes%2C+hot%C3%A9is&ei=4zGYS-WXNMm04Qb6v9ncCg&usg=AFQjCNEz8u9bUuSm6Gt0pfg6OCRO_hQiBA&sig2=_5aJVK8qFDkuBl8NVVXmOg
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=12&ved=0CBYQFjABOAo&url=http%3A%2F%2Fwww.webhotel.com.pt%2Fmambo%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D2%26Itemid%3D3&rct=j&q=Gest%C3%A3o+de+clientes,+hot%C3%A9is&ei=rDOYS4HGGMPx4gaTicX_Cg&usg=AFQjCNHkbXiMCJKYB1Ceg3kL4KpYShWv6w&sig2=y52rftPLJUQmygAub7HOMg
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CAwQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.marriott.com%2Fmarriott-hotels-resorts%2Ftravel.mi&rct=j&q=oficial+marriotts+hotels&ei=dzWYS7_REc_44gaN9JjzCg&usg=AFQjCNEtHzns_JYTmNvJXzkud3qGYOP5jQ&sig2=We2712YPTd9a39XHhxQnKA

Base de dados numa agência de viagens

Links a consultar:
www.linkspatrocinados.yahoo.com.br
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=7&ved=0CCUQFjAG&url=http%3A%2F%2Fwww.noniusonline.com%2Fcaracteristicas.htm&rct=j&q=ag%C3%AAncias+de+viagens%3A+base+de+dados&ei=fyWYS85qzPzgBp3r3IUL&usg=AFQjCNE_zkem6TOjIenHeP_XcYC6qGWg6w&sig2=2zfZPXc9EOeYatlRRIBixQ
http://www.google.pt/url?q=ag%C3%AAncias+de+viagens:+base+de+dados&url=/aclk%3Fsa%3Dl%26ai%3DCzd69fyWYS7zYAtay4gb7vPGjBcCKyWqO9e7tD43R4egCEAMg8YH0BygDUPLL3PAHYO2E34W0G6ABkvaC9QPIAQGpAnkyUZ7f0rY-qgQeT9B114YPLavTTQtCdVpvKI8CVrPsnNLAfkEa6QNJgAWQTg%26num%3D5%26sig%3DAGiWqtxtgN6Yg_EVJGb9W5XbJrXUa3DKig%26q%3Dhttp://eulerian.govoyages.com/dynclick/govolo-pt/%253Fesl-publisher%253Dgoogle%2526esl-keyword%253Dag%2525EAncias%252520de%252520viagens%2526esl-target%253DMATCH%2526eurl%253Dhttp://www.govolo.pt/%253Fxtor%253DSEC-1-GOO-%255B%255D-%255B%255D-S-%255Bag%2525C3%2525AAncias%252520de%252520viagens%255D%2526xts%253D376854&rct=j&ei=fyWYS85qzPzgBp3r3IUL&usg=AFQjCNHPrfFRtjRY2d4BSawAwMrbM1G32A
http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=66&ved=0CBQQFjAFODw&url=http%3A%2F%2Fwww.exit.pt%2FCadastro.ashx&rct=j&q=ag%C3%AAncias+de+viagens:+base+de+dados&ei=kCuYS93wMYqe4QbO1ojbCg&usg=AFQjCNH17f-XMBW6i50Zg2dsEritwt-h-w&sig2=Ex4QvSuPsSiJDWYOm7wLKA
http://www.galileo-portugal.pt/Default.aspx?tabid=73

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Internet e seus efeitos sobre as Empresas de Turismo e Viagens

http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=9&ved=0CCAQFjAI&url=http%3A%2F%2Fwww.webartigos.com%2Farticles%2F9797%2F1%2FGlobalizacao-Internet-e-Turismo%2Fpagina1.html&rct=j&q=A+internet+e+o+turismo&ei=QYCAS9uXAtvNjAfo3eG0BA&usg=AFQjCNGimzKSpARQ5NXlvrG5d2iR_7DaeQ

A Internet e o turismo (2)

http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=4&ved=0CA8QFjAD&url=http%3A%2F%2Fwww.univercidade.br%2Fuc%2Fcursos%2Fgraduacao%2Ftur%2Fpdf%2Fartigos%2Finterneturismo.pdf&rct=j&q=A+internet+e+o+turismo&ei=QYCAS9uXAtvNjAfo3eG0BA&usg=AFQjCNHC8b08tILnftX7GeFtDyO6YT39aQ

A Internet e o turismo

http://www.google.pt/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CAYQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.estig.ipbeja.pt%2F~pmmsc%2Fpapers%2Fvouzela.pdf&rct=j&q=A+internet+e+o+turismo&ei=QYCAS9uXAtvNjAfo3eG0BA&usg=AFQjCNFIlXcGTvq67hFGmoPpQCkP0GBxEw

Módulo n.º 13

Informação e Animação Turística – 12.º Ano - Módulo n.º 13 – Marketing do Turismo – 50 Tempos
TIC Aplicadas ao Turismo
Conteúdos:
1 – Tecnologias da informação na indústria turística
1.1. A internet e o turismo;
1.2. A importância da internet e do comércio electrónico na web;
1.3. O impacto do uso da internet e do comércio electrónico na web;
2 – Principais tendências do mercado
3 – Características de um site turístico
4 – Principais aplicações informáticas utilizadas na actividade turística
5 – Tecnologias da informação
5.1. Companhias aéreas
5.2. Hotéis e empreendimentos turísticos
5.3. Operadores de turismo
5.4. Agências de viagens
5.5. Destinos
Objectivos de aprendizagem:
1.1. Reconhecer que a Internet e o turismo são uma combinação poderosa;
1.2. Reconhecer a importância da Internet e do comércio electrónico na web;
1.3. Conhecer as novas tecnologias da informação na indústria do turismo;
1.4. Conhecer as principais tendências actuais na indústria turística no que concerne ao e-tourism;
1.5. Conhecer os programas específicos utilizados pelas empresas turísticas
1.6. Reconhecer os impactos que a tecnologia, ou a falta dela, podem ter no ambiente competitivo de uma empresa ou destino;
1.7. Avaliar o formato e as funções das tecnologias da informação em todos os sectores da actividade turística, e discutir problemas e questões relevantes;
1.8. Identificar o provável desenvolvimento futuro das tecnologias da informação e suas implicações no turismo.
Recursos:
Campos, A. P., Cardeiro, F. & Esteves, M. J. Técnicas de Organização Empresarial (1999). I Volume. Plátano Editora.
Cunha, Licínio (2007). Introdução ao Turismo. Verbo
Firmino, Manuel Brazinha (2007). Turismo – Organizações e Gestão. Escolar Editora.
Tocquer, Gérard & Zins, Michel (2004). Marketing do Turismo. Instituto Piaget
Fotocópias de textos, artigos e revistas, retirados de livros, jornais, revistas, páginas da Internet.
Blogue da turma: http://tiat11tt.blogspot.com
Fichas de trabalho.
Instrumentos de avaliação:
Participação nas aulas e trabalhos de aula/casa.
Ficha de avaliação sumativa de conhecimentos.
Organização de um porte fólio individual de aluno.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

TEMAS DOS TRABALHOS FINAIS PARA O MÓDULO Nº 13 DE TIAT

“As novas tecnologias aplicadas às diferentes empresas que operam no sector turístico. Programas específicos utilizados nas empresas turísticas. Conhecer: o comércio electrónico na Web, principais tendências do e-tourism, programas específicos e os impactos da nova tecnologia no ambiente competitivo, formato e funções das TIC – problemas e questões relevantes – e o futuro e suas implicações das TIC’S no turismo”.
Módulo 13 - Regras a cumprir para o trabalho individual:

Metodologia:
O trabalho será desenvolvido individualmente, na sala de aula. A recolha de dados será realizada fora da sala de aula, consoante o subtema escolhido pelo aluno (a).
No trabalho podem e devem ser utilizados: gráficos, tabelas, imagens, fotos, quadros, etc.
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO

Utilização de capa, de índice e bibliografia.
Número mínimo de páginas: 20 (vinte).
Número máximo de páginas: 25 (vinte e cinco).
Tipo de letra utilizado: Areal ou Times New Roman.
Tamanho de letra utilizado: 10.
Espaço entre linhas a utilizar: 1,5.
Texto Justificado.
Os gráficos, tabelas, imagens, fotos e quadros utilizados, contam como corpo de trabalho.
Podem ser incluídos anexos, não contam como corpo de trabalho.
Observação: o não cumprimento de qualquer um destes pontos implica penalização na classificação final do trabalho.
AVALIAÇÃO

A avaliação constará do produto final apresentado, cujo peso é de 75% e de uma apresentação à turma, cujo peso é de 25%. Data de entrega final: 2010/04/15

Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas, 18 de Fevereiro de 2010

BOM TRABALHO!

sábado, 12 de dezembro de 2009

A animação do Destino Turístico

http://www.esgt.ipt.pt/download/disciplina/2839__GUT%201.ppt
http://www.uma.pt/fcf/IMG/pdf/DireccaoRegionalTurismo_-_Final.pdf
http://www.radioansiaes.pt/noticia.aspx?id=%7B7c952073-6a33-4741-88a7-d11bdf885250%7D
http://paginas.fe.up.pt/~ei03043/GoPortugal%20-%20RelatFinal.pdf
http://www.esgt.ipt.pt/download/disciplina/2812__14%20-%20A%20OFERTA%20TUR%C3%8DSTICA.ppt

sábado, 28 de novembro de 2009

Potencialidades do destino turístico

http://www.maraoonline.com/MARAO/MARAO_online/0B26B405-4F93-4EBF-A55B-DE729BD55FAA.html
http://www.cm-albufeira.pt/portal_autarquico/albufeira/v_pt-PT/pagina_inicial/noticias/Nota-Imprensa_443-09.htm
http://www.cm-nazare.pt/News/newsdetail.aspx?news=81bd0c65-d6e3-481a-8481-2d26b7841c37
http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/costadeprata/indexp.html
http://www.algarvepromotion.pt/agenda.php?p=5
http://www.estig.ipbeja.pt/~aibpr/Investigacao/Comunicacoes/ArtigoEconomia%20Pura.pdf

Estruturação do destino turístico

http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/AreasActividade/qualificacaooferta/classificacaoequalidade/ofertaturisticaclassificada/Anexos/Estrutura%20do%20Turismo.pdf
http://www.jornalavezinha.com/noticia.asp?idEdicao=162&id=7389&idSeccao=1456&Action=noticia
http://www.esgt.ipt.pt/download/disciplina/355__PET%20SANTIAGO%20Maio%2002.ppt

sábado, 14 de novembro de 2009

Links úteis

http://faceturis.blogs.sapo.pt/45659.html
http://www.forma-te.com/mediateca/download-document/5543-competitividade-dos-destinos-turisticos.html
https://repositorio.iscte.pt/bitstream/10071/1395/1/Rita,+Paulo%3B+A+Import%C3%A2ncia+do+Turismo+On-line%3B+RPG%3B+IIIS%C3%A9rie%3B+Ano16%3B+N.%C2%BA2%3B+Lisboa%3B+ISCTE%3B+Abr-Mai-Jun2001%3B+ParteI.pdf
http://www.vidadeturista.com/2007/07/principais-destinos-tursticos-do-mundo.html

Principais destinos turísticos nacionais e internacionais:

Módulo 12 - Regras a cumprir para o trabalho individual:

Metodologia:
O trabalho será desenvolvido individualmente, na sala de aula. A recolha de dados será realizada fora da sala de aula, consoante o subtema escolhido pelo aluno (a).
No trabalho podem e devem ser utilizados: gráficos, tabelas, imagens, fotos, quadros, etc.
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO

Utilização de capa, de índice e bibliografia.
Número mínimo de páginas: 20 (vinte).
Número máximo de páginas: 25 (vinte e cinco).
Tipo de letra utilizado: Areal ou Times New Roman.
Tamanho de letra utilizado: 10.
Espaço entre linhas a utilizar: 1,5.
Texto Justificado.
Os gráficos, tabelas, imagens, fotos e quadros utilizados, contam como corpo de trabalho.
Podem ser incluídos anexos, não contam como corpo de trabalho.
Observação: o não cumprimento de qualquer um destes pontos implica penalização na classificação final do trabalho.
AVALIAÇÃO

A avaliação constará do produto final apresentado, cujo peso é de 75% e de uma apresentação à turma, cujo peso é de 25%. Data de entrega final: 2010/02/04
BOM TRABALHO!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A Inovação no turismo português

http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/turismodeportugal/Imprensa/notasdeimprensa/Documents/2009/12052009%20Inova%C3%A7%C3%A3o%20no%20Turismo%20de%20Portugal%20premiada%20pela%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20do%20Turismo.pdf
http://turismo-beja.blogs.sapo.pt/1123.html
http://www.jornaldeturismo.com.br/noticias/destinos/24298-omt.html
http://www.planotecnologico.pt/InnerPage.aspx?idCat=73&idMasterCat=30&idLang=1&idContent=374&idLayout=4&site=planotecnologico
http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHora_golfportugalmastersajuda_131009_185429.asp

sábado, 3 de outubro de 2009

O turismo em Portugal: evolução e distribuição. Aspectos gerais do fenómeno turístico em Portugal

O turismo em Portugal: evolução e distribuição
(adaptado de: José Alberto Afonso Alexandre)
A inovação é sinónimo de produzir, assimilar e explorar com êxito a novidade nos domínios económico e social. A inovação traz consigo soluções inéditas para os problemas e permite responder às necessidades das pessoas e da sociedade.
O contrário da inovação é "o arcaísmo e a rotina". Assim se explica que a inovação encontre tantos obstáculos e esbarre em tão fortes resistências. Por isso, também, o desenvolvimento e a partilha da inovação se transformaram numa aposta capital para as sociedades actuais.
Os papéis que a inovação desempenha são múltiplos. Enquanto força motriz, arrasta consigo as empresas em direcção a objectivos ambiciosos inscritos no longo prazo. É ela que conduz à renovação das estruturas industriais e é ela que dá origem a novos sectores de actividade económica.
O sector do turismo não foge à regra, pois num mundo em constante mudança, as empresas têm que estar atentas e não deixarem fugir oportunidades.
O tema escolhido foi a caracterização espaço-temporal do fenómeno turístico em Portugal e a sua relação com a produção científica efectuada sobre a mesma actividade.
O turismo é uma das principais actividades económicas do mundo de hoje, mesmo tendo em conta a diversidade de contextos geográficos, políticos e socio-económicos. Organizado de um modo regular a partir da segunda metade do século passado, tornou-se num dos sectores-chave da economia de um grande número de países, justificando em maior ou menor grau numerosas actividades, entre as quais a construção civil e obras públicas, os transportes, a agro-pecuária e os serviços. Paralelamente os efeitos directos nos campos social e cultural são indiscutíveis, tal como no domínio das relações internacionais e mercado externo.
Assim o presente trabalho, abordando o tema de forma inédita, baseando-se em duas dimensões (espaço e tempo), pretende relacionar, com base nos meios disponíveis, todos os elementos inerentes à evolução e distribuição espacial do fenómeno turístico em Portugal, com uma pequena alusão e relação com o conjunto de obras e artigos editados no âmbito do turismo, começando por apresentar os aspectos gerais referentes à actividade turística em Portugal, seguindo-se o estudo da evolução do fenómeno turístico em Portugal, desde a sua aparição até à actualidade. Por último far-se-á um estudo dos vários espaços de atracção turística que caracterizaram o turismo português ao longo da sua existência e dos problemas que mais o afectam.


Metodologia

A metodologia a utilizar neste tipo de trabalhos encontra-se sempre dependente da escassez de tempo para que alguns aspectos mais específicos pudessem ser analisados com mais rigor e pormenor.
Através da bibliografia mais genérica procurou-se a compreensão de determinados fenómenos que no início pareciam estranhos mas que à medida que o trabalho foi avançando se tornaram mais claros e perceptíveis. Procurou-se no fundo, com este tipo de bibliografia ter uma visão de conjunto que foi complementada mais tarde com uma bibliografia mais directamente relacionada com o tema central e que deu uma visão muito mais clara e objectiva da problemática, influenciando a perspectiva com que se elaborou o presente trabalho.
Através dum moroso trabalho de pesquisa e consulta bibliográfica sobre turismo, efectuado em todos os Institutos e Bibliotecas das Universidades de Coimbra e de Aveiro que tratassem do tema, elaborou-se uma listagem das obras e artigos encontrados respeitantes a Portugal, quer como local de edição, quer sobre a problemática do turismo português. Após uma leitura atenta desse material, elaboraram-se breves resumos sobre os temas tratados e as conclusões a que se chegou.
De seguida procedeu-se ao tratamento e síntese da informação, elaborando o plano de trabalho que se ia efectuar, escolhendo da mesma forma os indicadores com os quais se iriam apresentar os resultados finais do estudo.
O Turismo é uma actividade de pessoas que se deslocam a lugares diferentes da sua residência habitual, com uma duração não superior a um ano, desde que o motivo principal seja: férias, negócios, ou outra qualquer situação, à excepção de exercer uma actividade remunerada no lugar visitado.
O sistema de turismo é composto pelas diversas estruturas e pelos múltiplos intervenientes que contribuem para uma possível delimitação da procura e oferta turística.
Assim, temos do lado da procura os fluxos populacionais que, na sua qualidade de potenciais visitantes são condição para o próprio crescimento das actividades turísticas de uma região e, do lado da oferta, as atracções (recursos naturais e culturais, actividades desportivas ou de animação), os transportes e acessibilidades, os equipamentos e serviços turísticos (de alojamento, de restauração) e a informação/promoção.
As funções que se atribuem aos vários agentes do sistema são idênticas na sua essência, e são constituídas por uma grande diversidade de organizações que oferecem bens e serviços aos visitantes, atendendo às suas "solicitações" turísticas. Por este motivo, é classificada pelos seguintes sectores: transportes, alojamento, atracções construídas pelo homem, serviços de suporte ao sector privado, serviços de suporte ao sector público e intermediários (como por exemplo operadores turísticos).
Relativamente aos indicadores de ordem bibliográfica escolhidos foram: a evolução anual da produção cientifica no período considerado através de frequências simples e de frequências acumuladas, a sua subdivisão por épocas distintas; a caracterização por áreas temáticas e a caracterização por Áreas Turístico-Promocionais .
No que respeita aos indicadores caracterizadores do fenómeno turístico: foram escolhidos indicadores gerais de procura turística tal como a entrada de visitantes, a estada média dos turistas, as receitas cambiais do turismo, as dormidas e indicadores de oferta turística, como a capacidade de alojamento.
Relativamente à Procura Turística, e recorrendo à classificação dos viajantes da Organização Mundial do Turismo , importa distinguir dois tipos de visitantes: turistas e excursionistas.
Os Turistas são visitantes temporários que permanecem pelo menos 24 horas no país visitado e cujo propósito da viagem pode ser classificado como: lazer, negócios, família, missão, encontro. É importante referir que a definição de turista se estende a viajantes em férias e também em negócios, encontros, congressos e conferências, visitas a familiares e amigos, desportos, estudos, religião e outras obrigações. Embora a maior parte do turismo mundial seja turismo de lazer, o turismo de negócios, em geral, envolve maiores gastos por pessoa, enquanto as visitas a familiares e amigos constituem uma parcela de turismo muito importante para alguns destinos. Relativamente aos diplomatas ou aqueles que viajam com o objectivo primário de se empregarem e serem remunerados por organizações sediadas em determinado destino não são considerados turistas. Isto implica que um turista geralmente traga dinheiro ganho no país de origem para gastar no seu destino – o que é um ponto importante na análise da contribuição do turismo para uma economia.
Os Excursionistas são visitantes temporários que permanecem no país menos de 24 horas, pelos mesmos motivos, e que nele não pernoitam (excluindo passageiros em trânsito).
No que concerne à Oferta Turística, “a oferta turística é constituída por todos os elementos que contribuem para a satisfação das necessidades de ordem psicológica, física e cultural que estão na origem das motivações dos turistas. A complexidade e a diversidade das razões que motivam desejo de férias exigem, cada vez mais, uma variedade e uma complementaridade dos factores de atracção. As potencialidades turísticas de qualquer destino só podem ser desenvolvidas mediante a existência de infra-estruturas, equipamentos e serviços que complementem, na realidade, a verdadeira oferta turística. De um modo geral, a oferta turística engloba tudo aquilo que o local de destino tem para oferecer aos seus turistas actuais e potenciais, sendo representada por uma gama de atracções, bens e serviços que determinarão a preferência do visitante.” (Livro Branco do Turismo, 1991).
Não menosprezando a importância crescente dos turistas nacionais, tentou-se relacioná-los com o aumento da população que goza férias.
O recurso turístico, por sua vez, pode ser definido como “todo o elemento natural, actividade humana ou seu produto, capaz de motivar a deslocação de pessoas, de ocupar os seus tempos livres ou de satisfazer as necessidades decorrentes da sua permanência”. Neste ponto far-se-á uma breve resenha de recursos alternativos às praias do litoral e que de forma crescente ganham cada vez mais importância.



Aspectos gerais do fenómeno turístico em Portugal

1. Definição de Turismo
2. Factores do Desenvolvimento da Actividade Turística
3. Tipos de Turismo em Portugal
4. Consequências do Turismo

1 – Definição de turismo
O turismo não é um fenómeno novo, muitas civilizações anteriores ao século XIX o conheceram: residências secundárias nos subúrbios de Atenas; entre os Romanos, as termas reuniam as classes privilegiadas, como as de Pompeia, S. Rafael, Hyères ou Miróbriga. Tal como hoje, estas formas de vida, que afectaram apenas uma pequena elite, desenvolveram-se num mundo enriquecido e politicamente estável: correspondem ao supérfluo que a mais pequena crise põe em jogo. As invasões bárbaras e a queda do Império Romano votaram à estagnação as aglomerações de recreio dos Romanos. O movimento reaparece na Idade Média, mas com feição e motivos diferentes: o culto dos lugares sagrados, as peregrinações e as romarias, as termas como locais de cura. Meca, Jerusalém, Roma, Santiago de Compostela e Braga são grandes locais de visita.
Os descobrimentos alargaram consideravelmente os horizontes. Generalizou-se o interesse e a paixão por regiões diferentes e populações exóticas. Formam-se grandes impérios coloniais, organiza-se o comércio e, apoiada pela circulação e acumulação de dinheiro, de matérias primas e pela criação de novos mercados, começa, desde os meados do século XVIII, a Revolução Industrial, seguida de importante movimento de proletarização e de crescimento urbano.
É dentro de um contexto de desejo/necessidade de evasão e satisfação da curiosidade que se difunde o gosto pelas viagens, base do turismo moderno.
Fenómeno de massas, o turismo actualmente, é um reflexo duma sociedade que, às motivações mais profundas conseguiu adicionar as possibilidades económicas e de as tornar realidade, passando desta forma, de uma fruição dos espaços exteriores através de interposta pessoa, a um desfrute in loco, gerador só por si de gigantescos fluxos humanos e financeiros.
É difícil encontrar uma definição para turismo sendo a de J. L. MICHAUD (1983), citado em F. J. MOREIRA (1994) a mais aproximada ao caso português até para a própria definição de turista ligada à informação estatística , assim, “O turismo agrupa o conjunto de actividades de produção e de consumo motivadas pelas deslocações de pelo menos uma noite fora do domicilio habitual, e sendo o motivo da viagem tanto o agrado, os negócios, a saúde ou a participação numa reunião profissional, desportiva ou religiosa”.
2 – Factores do desenvolvimento da actividade turística
O turismo, até aos anos de 1925-30, teve uma importância geográfica e económica limitada. Era um luxo das aristocracias e burguesias endinheiradas, que passavam o inverno em sítios favorecidos pelo sol, como a Côte d’Azur, a Flórida, a Califórnia, ou se deslocavam temporariamente aos lugares de termas como Vichy, Marienbad, Hanogate, Royal Leamington Spa, Bath, por vezes com casinos célebres, e, desde meados do século XIX, também para as praias. Todavia, os progressos sociais tornaram-se extensivos à classe média, fala-se na democratização do turismo, em turismo de massa, como uma característica da civilização contemporânea.
A partir de 1930, não deixou mais de crescer e vários são os factores que estão na sua origem e desenvolvimento: o aparecimento da circulação automóvel e a extensão das férias pagas, a evolução dos salários reais anuais, a tendência para um certo nivelamento económico, pela atenuação das grandes disparidades entre categorias profissionais, a redução da duração dos horários de trabalho, a extensão da escolaridade obrigatória, os seguros sociais, os abonos de família, a maior esperança de vida e reformas, a monotonia das profissões actuais, pois a civilização contemporânea, uma civilização urbana - pesadelo do modo de vida urbano, necessidade de encher-se de ar puro, ver verdadeiras arvores, tocar a terra, retomar por um tempo os ritmos da natureza.
Contudo, estas condições favoráveis não alcançaram todos os países, e dentro de cada país existem grandes disparidades sociais.
Os valores pessoais, meios económicos e técnicos, tempo livre e moda são os factores que comandam as escolhas turísticas.

3 – Tipos de turismo em Portugal
Geograficamente, o turismo dilui-se por vastos espaços da beira-mar, montanha e campo (ver organigrama seguinte). Assim a instabilidade dos turistas acentuou-se.
Em Portugal os territórios turísticos por excelência são as praias, principalmente as do litoral do Algarve. De facto, a qualidade da nossa orla marítima meridional, no que se refere às condições naturais para o acolhimento de veraneantes (condições físicas e climáticas), é, sem dúvida, bastante superior às oferecidas por outros países europeus, nomeadamente mediterrâneos, em que o turismo, como sector económico, é bastante mais agressivo que no nosso país.
Outro território turístico com importância em Portugal é constituído pelos centros históricos das cidades, situadas no litoral ou no interior, em que a marca da vivência das épocas passadas as torna quase exóticas aos olhos dos visitantes oriundos das regiões desenvolvidas do Centro e Norte da Europa ou da América do Norte. Entre os centros históricos portugueses destaca-se Évora, considerada património mundial pela UNESCO desde 1986. Mas, mesmo com menor riqueza histórico-monumental, todos os pequenos e médios centros urbanos do País, cuja origem é, na maioria dos casos, anterior à nacionalidade, oferecem fortes motivos de interesse aos viajantes que nos procuram.
Territórios turísticos são, também, os santuários, e Fátima é um dos principais da Europa, tendo-se desenvolvido à volta dele um dos centros urbanos mais prósperos do País, onde se registam as maiores receitas provenientes da passagem e estada de visitantes.
Mas o próprio país é um território turístico, pelo acentuado cariz natural da maioria das regiões portuguesas, onde as marcas da estruturação humana não foram suficientes para transformar ou ordenar a paisagem, conservando, assim, um certo sabor selvagem, num contexto europeu profundamente alterado. Por outro lado, a doçura climática, que domina ao longo do ano, acentua o atractivo das condições histórico-naturais. De facto, o moderado desenvolvimento económico e social do nosso país tem, pelo menos, a vantagem de manter preservados vastos sectores do território numa disponibilidade variada de propostas ao visitante nacional ou estrangeiro.
Manter essa diversidade é uma necessidade para a prossecução da actividade turística, já que a originalidade neste campo é sempre um trunfo. Neste sentido, a preocupação quanto à preservação dos recursos paisagísticos, culturais, históricos e outros, face à crescente procura turística, bem como à manutenção da diversidade regional, tem fundamentado a consolidação da chamada regionalização turística.








Todavia, os recursos turísticos portugueses encontram-se, de um modo geral, mal definidos e a sua promoção e comercialização têm tido, nos últimos anos, uma tendência para se centrarem em regiões geográficas, em vez de se concentrarem em produtos específicos. No entanto, tem-se vindo a verificar uma alteração nesta política, ao lançarem-se campanhas de produtos específicos dirigidos a certos sectores do mercado.
Em 1982, foi por fim publicado o estatuto das Regiões de Turismo bem como a toda a orgânica regional da actividade, num processo semidirigido, já que os grandes espaços turísticos (Áreas Turistico-Promocionais), Costa Verde, Costa da Prata, Costa de Lisboa, Montanhas, Planícies e Algarve, são de iniciativa da Administração Central, mas as regiões de turismo propriamente ditas são de iniciativa local, como o Alto Minho, Alto Tâmega, Rota da Luz, etc.
Algumas dessas iniciativas decalcam-se nos traços da diversidade mais acentuados do nosso território; outras procuram, numa originalidade menos conhecida, uma alternativa ao desenvolvimento formal e às tendências estabelecidas. No primeiro caso estão quase todas as regiões junto ao litoral, por demais atraente no conjunto do território português desde tempos remotos. Aí se concentram gentes, actividades e testemunhos históricos, a par das praias e recantos paisagísticos mais atraentes, mais ricos, mas também mais frágeis face à procura constante que sobre eles recai.
No segundo caso estão as regiões do interior, marginalizadas até hoje na promoção turística e por isso mesmo constituindo, nos nossos dias, novos centros de interesse, fundamentais na renovação da oferta turística que, por inerência de características, é altamente dependente da instabilidade da procura.
De Trás-os-Montes ao Alentejo, passando pelas vilas raianas, outrora indispensáveis à segurança da fronteira, do Minho ao Algarve, percorrendo os troços menos conhecidos da costa portuguesa, como a Costa Alentejana, todas as regiões se propõem entrar no mosaico policromo da oferta turística portuguesa, equilibrando, pela diversidade, algumas situações que têm vindo a tornar-se críticas pelo excesso de procura, como é o caso de algumas praias da Costa Algarvia, no que se refere ao turismo externo, e da Costa de Lisboa, relativamente ao turismo interno.
4 – Consequências do turismo
A actividade turística assume na sociedade contemporânea, uma importância económica fundamental. Tanto a nível local ou regional, como à escala nacional e, mesmo, mundial, o turismo desempenha um importante papel enquanto gerador de riqueza e enquanto fenómeno capaz de contribuir para o desenvolvimento de economias deprimidas, nomeadamente, através do aproveitamento de recursos endógenos.
Não admira assim que a importância económica das actividades turísticas imponha que o território seja cada vez mais utilizado e mesmo consumido, pondo em causa não só os valores patrimoniais, tanto da natureza, como da cultura, como mesmo o desenvolvimento harmónico de populações e território. De facto, o turismo gerador de riquezas significativas, mas consumidor insaciável de recursos naturais vários, pode ter impactos fortemente negativos sobre o ambiente, colocando seriamente em risco o ordenamento do território das regiões implicadas, sobretudo se pensarmos nos fluxos turísticos mais massificados, como os que afluem às regiões costeiras e os que cada vez mais atingem os espaços de montanha .
Em 1999, 664 milhões de viajantes internacionais, em todo o mundo, gastaram 455 mil milhões de dólares, montantes esses que constituíram receitas largamente superiores às geradas pela maior parte das actividades tradicionais . Paralelamente, em muitos países, as deslocações dos residentes passaram a representar valores apreciáveis que permitem afirmar que o turismo interno terá uma expressão acima do que indicam os índices do turismo internacional. De facto, o turismo é um poderoso factor de mudança com incidências múltiplas em todas as comunidades, dependendo os seus efeitos, por um lado, do grau de autonomia, originalidade e sedimentação das culturas visitadas bem como do tipo de oferta e, por outro, das características das populações visitantes.
A prosperidade do turismo na actualidade está ligada ao desenvolvimento socio-económico e cultural das sociedades, dependendo do regime de férias e ao repouso criativo, bem como da liberdade de viajar, num quadro de fruição do ócio e dos tempos livres, caracteristicamente moderno. O turismo é, assim, um cobiçado bem de consumo universal.
Em Portugal, por razões ligadas a factos de conjuntura político-económica, as Grandes Guerras deste século e a Guerra Civil Espanhola, bem como à condução da vida portuguesa por uma política pouco inclinada à mudança, só a partir da década de 60, o turismo começou a ter expressão significativa no conjunto das actividades nacionais. Nos últimos 20 anos, o turismo passou a ser uma actividade económica fortemente participante na formação do PIB. Por outro lado, tornou-se no mais poderoso, original e multifacetado instrumento de animação dos lugares e das populações ao longo do país. De 1 milhão de visitantes registados em 1964, passou-se para 27 milhões em 1999 , quase 3 vezes a população portuguesa, com uma receita de divisas superior a 5196 milhões de US$ (cerca de 1137 milhões de contos), o que equivale a um quarto das exportações totais.

A construção de um destino turístico:Coimbra

Outros links importantes:
http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/AreasActividade/investimento/financiamento/produtosedestinos/pit/Anexos/FichaInformativa_PIT_Junho2007.pdf
http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/AreasActividade/investimento/financiamento/produtosedestinos/pit/Anexos/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_PIT_slideshow.pdf

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Trabalho Final do Módulo n.º 11

Módulo 11 - Regras a cumprir para o trabalho individual:

Metodologia:
O trabalho será desenvolvido individualmente, na sala de aula. A recolha de dados será realizada fora da sala de aula, consoante o subtema escolhido pelo aluno (a).
No trabalho podem e devem ser utilizados: gráficos, tabelas, imagens, fotos, quadros, etc.
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO

Utilização de capa, de índice e bibliografia.
Número mínimo de páginas: 12 (doze).
Número máximo de páginas: 18 (dezoito).
Tipo de letra utilizado: Areal ou Times New Roman.
Tamanho de letra utilizado: 10.
Espaço entre linhas a utilizar: 1,5.
Os gráficos, tabelas, imagens, fotos e quadros utilizados, contam como corpo de trabalho.
Podem ser incluídos anexos, não contam como corpo de trabalho.
Observação: o não cumprimento de qualquer um destes pontos implica penalização na classificação final do trabalho.
AVALIAÇÃO

A avaliação constará do produto final apresentado, cujo peso é de 75% e de uma apresentação à turma, cujo peso é de 25%. Data de entrega final: 2009/11/05
BOM TRABALHO!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tipologia dos mercados turísticos

http://www.rtam.pt/docs/ficheiros/Boletim_N16.pdf
http://br.monografias.com/trabalhos2/turismo-portugal/turismo-portugal4.shtml
http://www.ahp-monitor.pt/?data=download_file.obj&fid=379
http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/turismodeportugal/Imprensa/Intervencoes/Documents/18062009%20-%20Lu%C3%ADs%20Patr%C3%A3o%20-%20Escola%20de%20Gest%C3%A3o%20do%20Porto%20-%20Actual%20contexto%20do%20mercado%20tur%C3%ADstico%20e%20perspectivas%20futuras.pdf
http://www.apavtnet.pt/upload//docs/An%C3%A1lise_de_Conjuntura_-_1%C2%BA_Trimestre_2006_-_Fonte_DGT.pdf
http://arquivo.desnivel.pt/cim2004/pt/doc/A3_Completo_Apres_CIM2004.pdf
http://www.amp.pt/fotos/gca/1__amp_turismo_relatorio_final_vf_1210261543.pdf
http://www.costa-azul.rts.pt/fotos/gca/actividadeturistica_1197887775.pdf

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Módulo n.º 11 - Qualidade nos destinos Turísticos

Curso Profissional de Técnico de Turismo
Informação e Animação Turística – 12.º Ano - Módulo n.º 11 – Marketing do Turismo – 36 Tempos
Qualidade nos Destinos Turísticos
Conteúdos:
1 – Qualidade e turismo
1.1. Definição do conceito de qualidade;
1.2. Tipologia dos mercados turísticos nacionais – avaliação qualitativa;
1.3. Estruturação da oferta do destino turístico numa perspectiva de qualificação do destino.
2 – Gestão da qualidade total na indústria turística
2.1. Conceito;
2.2. Enfoque e gestão;
2.3. Sistemas e indicadores das práticas internacionais que qualificam os destinos.

Objectivos de aprendizagem:
1.1. Identificar a importância e a subjectividade do conceito de qualidade;
1.2. Avaliar qualitativamente a tipologia dos principais mercados turísticos nacionais;
1.3. Reconhecer as características fundamentais que tornam um destino, num destino turístico de qualidade.
Recursos:
Campos, A. P., Cardeiro, F. & Esteves, M. J. Técnicas de Organização Empresarial (1999). I Volume. Plátano Editora.
Cunha, Licínio (2007). Introdução ao Turismo. Verbo
Firmino, Manuel Brazinha (2007). Turismo – Organizações e Gestão. Escolar Editora.
Tocquer, Gérard & Zins, Michel (2004). Marketing do Turismo. Instituto Piaget
Fotocópias de textos, artigos e revistas, retirados de livros, jornais, revistas, páginas da Internet.
Blogue da turma: http://tiat11tt.blogspot.com
Fichas de trabalho.
Instrumentos de avaliação:
Participação nas aulas e trabalhos de aula/casa.
Ficha de avaliação sumativa de conhecimentos.
Organização de um porte fólio individual de aluno.
Conceito de Qualidade (retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Qualidade)
O termo Qualidade vem do latim Qualitate, e é utilizado em situações bem distintas. Por exemplo, quando se fala da qualidade de vida das pessoas de um país ou região, quando se fala da qualidade da água que se bebe ou do ar que se respira, quando se fala da qualidade do serviço prestado por uma determinada empresa, ou ainda quando se fala da qualidade de um produto no geral. Como o termo tem diversas utilizações, o seu significado nem sempre é de definição clara e objectiva. Pode-se também seguir como exemplo a qualidade desta enciclopédia. Basta escolher um tema qualquer e escrever absurdos. O tempo para a correcção ser feita está inversamente ligada à qualidade do site. Quanto melhor a qualidade, menor será esse tempo.
No que diz respeito aos produtos e/ou serviços vendidos no mercado, há várias definições para qualidade: "conformidade com as exigências dos clientes", "relação custo/benefício", "adequação ao uso", "valor agregado, que produtos similares não possuem"; "fazer certo à primeira vez"; "produtos e/ou serviços com efectividade".Enfim, o termo é geralmente empregado para significar "excelência" de um produto ou serviço.
A qualidade de um produto ou serviço pode ser olhada de duas ópticas: a do produtor e a do cliente. Do ponto de vista do produtor, a qualidade se associa à concepção e produção de um produto que vá ao encontro das necessidades do cliente. Do ponto de vista do cliente, a qualidade está associada ao valor e à utilidade reconhecidas ao produto, estando em alguns casos ligada ao preço.
Do ponto de vista dos clientes, a qualidade não é unidimensional. Quer dizer, os clientes não avaliam um produto tendo em conta apenas uma das suas características, mas várias. Por exemplo, a sua dimensão, cor, durabilidade, design, funções que desempenha, etc. Assim, a qualidade é um conceito multidimensional. A qualidade tem muitas dimensões e é por isso mais difícil de definir. De tal forma, que pode ser difícil até para o cliente exprimir o que considera um produto de qualidade.
Do ponto de vista da empresa, contudo, se o objectivo é oferecer produtos e serviços (realmente) de qualidade, o conceito não pode ser deixado ao acaso. Tem de ser definido de forma clara e objectiva. Isso significa que a empresa deve apurar quais são as necessidades dos clientes e, em função destas, definir os requisitos de qualidade do produto. Os requisitos são definidos em termos de variáveis como: comprimento, largura, altura, peso, cor, resistência, durabilidade, funções desempenhadas, tempo de entrega, simpatia de quem atende ao cliente, rapidez do atendimento, eficácia do serviço, etc. Cada requisito é em seguida quantificado, a fim de que a qualidade possa ser interpretada por todos (empresa, trabalhadores, gestores e clientes) exactamente da mesma maneira. Os produtos devem exibir esses requisitos, a publicidade se faz em torno desses requisitos (e não de outros), o controle de qualidade visa assegurar que esses requisitos estão presentes no produto, a medição da satisfação se faz para apurar em que medida esses requisitos estão presentes e em que medida vão realmente ao encontro das necessidades. Todo o funcionamento da "empresa de qualidade" gira em torno da oferta do conceito de qualidade que foi definido.
Controle da qualidade, garantia da qualidade e gestão da qualidade são conceitos relacionados com o de qualidade na indústria e serviços. Os conceitos são usados em várias áreas, inclusive qualidade de software. Gestão da qualidade é o processo de conceber, controlar e melhorar os processos da empresa, quer sejam processos de gestão, de produção, de marketing, de gestão de pessoal, de facturação, de cobrança ou outros. A gestão da qualidade envolve a concepção dos processos e dos produtos/serviços, envolve a melhoria dos processos e o controle de qualidade. Garantia da qualidade são as acções tomadas para redução de defeitos. Controle da qualidade são as acções relacionadas com a medição da qualidade, para diagnosticar se os requisitos estão a ser respeitados e se os objectivos da empresa estão a ser atingidos.
[editar] Mensuração da Qualidade
Para conhecer o andamento empresarial, é necessário estabelecer parâmetros de medidas, não somente subjectivos, mas que esses facilitem o gestor na tomada de decisão. A mensuração da qualidade dos produtos e serviços da organização vem suprir essa necessidade através do uso de indicadores.
Tradicionalmente as organizações dispõem de conjuntos ou sistemas de medidas de desempenho, direccionadas à avaliação do desempenho financeiro, e às vezes de produtividade. Mas o que se propõe é que os indicadores de desempenho da qualidade apontem se a organização está sendo competitiva em relação ao que os clientes desejam. Portanto, a nova proposta de utilização de indicadores é de que eles sejam reflexos da organização como um todo, apontando onde está a direção estratégica que a organização deve seguir.

Indicadores são modos de representação - tanto quantitativa quanto qualitativa - de características e propriedades de uma dada realidade. Em outras palavras “É uma característica específica que reflecte um aspecto da realidade observada”. Quando se trata a respeito de indicadores qualitativos têm se como exemplos a elaboração de questionários ou de perguntas a serem respondidas pelos clientes. Já em dados quantitativos os exemplos mais comuns são os de tempos, quantidade de produtos/serviços, número de informações, etc.

Com o uso de indicadores, um conceito nada novo, mas que ainda revoluciona as empresas, foram criadas algumas organizações que propõem estudos e certificações, com o uso de indicadores. Também há vários estudiosos que formularam teorias e soluções práticas sobre este assunto.
Segundo Mari(1997), que foi um destes estudiosos, “todas as coisas que podem ser acessadas por intermédio de nosso conhecimento possuem um número; pois sem os números não podemos compreender nem conhecer”. Portanto, assim como os indicadores qualitativos, os quantitativos são essenciais para o progresso organizacional.
[editar] Indicadores estratégicos
Com utilização de indicadores, principalmente os voltados para definição de estratégias, as empresas desfrutam de um conhecimento profundo do negócio. Possibilita conhecer o foco de sua actuação. Identificando com clareza qual é a sua fortaleza, exploram mais os quadros de oportunidades empresariais, e de outra forma conhecem suas fraquezas, além de prepara-se contra as ameaças encontradas.
Sabendo o foco de actuação, a tomada de decisão quanto a acções estratégicas, tácticas e operacionais são mais assertivas, o que dará a empresa uma melhor competitividade e fará com que ela atenda às necessidades e expectativas de seus clientes. Para o acompanhamento dessas acções determinadas, os indicadores são excelentes ferramentas, pois reflectem a realidade empresarial. Dessa forma, caso ocorra alguma dificuldade durante a realização das acções, o gestor poderá visualizar as consequências, e com isso estabelecer mudanças.